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Posts da categoria: ‘ Acessibilidade ’

Acessibilidade e boas práticas no desenvolvimento para dispositivos móveis

Postado em: 12 de março de 2008 por Pedro Rogério

Abaixo você pode ver 3 guias publicados pelo W3C para boas práticas no desenvolvimento de sites para dispositivos móveis:

Referências

AxsJax - Ajax Acessível

Postado em: 11 de março de 2008 por Pedro Rogério
AxsJax

AxsJax é o novo companheiro dos desenvolvedores no mundo do Ajax. Se trata de um Framework que permite adicionar acessibilidade aos projetos web que fazem o uso de Ajax. Assim, usuários que fazem o uso de tecnologias assistivas ou similares podem desfrutar de todas as características das aplicações.

Exemplos de aplicações que fazem o uso de AxsJax: Google Web Search, Google Reader, Google Scholar e o jogo Jawbreaker. Detalhes sobre o uso e implementação, você pode encontrar em seu showcase.

Referências

HEADMOUSE - Navegação através de gestos da face

Postado em: 26 de fevereiro de 2008 por Pedro Rogério

HeadMouse

HeadMouse é um projeto da Universidade de Lleida que consiste em um software que permite realizar as funções do mouse através de movientos da face, olhos e boca. O único hardware necessário para isso é uma webcam que permita uma boa resolução.

O software do HeadMouse vai detectando através da webcam os movimentos da face, que guiam o ponteiro do mouse. Os clicks são substituídos pelos movimentos da boca. Abaixo você pode ver um exemplo do software em uso:

Vídeo (Objeto multimídia)

Referências

Design é só a ponta do Iceberg

Postado em: 21 de fevereiro de 2008 por Pedro Rogério
O Iceberg da experiência do usuário

O que faz um site obter sucesso? O que faz também ele não obter sucesso? Essas são as perguntas que todos gostariam de obter respostas. A beleza é uma delas, mas não é essencial, depende também de vários outros fatores como:

1. Idéia/Objetivo

Esta é a cruz de que falamos, isso quando falamos. Você não ouvirá muito a palavra “objetivo”: Por que você tem um site? Qual o propósito? Como você irá medir o êxito?

2. Desenho

Aqui é onde falamos de coisas como a seleção das cores, alienação, interesses visuais e metáforas que façam algum sentido.

3. Mensagem

O conteúdo é o rei. Cada página de um Site necessita ter um fim. Você precisa entender o seu público alvo e o que ele deseja fazer. Em seguida, dar-lhes a informação adequada e uma chamada a ação para que eles compreendam facilmente.

4. Arquitetura

Como são organizadas as suas páginas? São intuitivas? Seu público alvo as entenderá? Pense como é a diferença entre sites como Disney.com e Microsoft.com.

5. Usabilidade e Acessibilidade

O HTML é uma linguagem que todavia precisa estar bem estruturado e acessível. Nem todas as pessoas que visitam o seu site estão “perfeitamente capacitadas”. Algumas delas possuem deficiências, algumas conexões lentas, outras não podem instalar o plugin do Flash. Entender seu público alvo e seus objetivos lhe ajudarão a definir padrões de usabilidade e acessibilidade.

6. Marketing On-line

Apelar aos mecanismos de busca é um jogo. Joque errado e você se encontra-rá em um beco sem saída. Faça as coisas direito e em breve você será recompensado. Não é difícil, basta experiência e planejamento.

O Técnico

Seu domínio é fácil recordar? Sua empresa de hospedagem é confiável? Eles tem mais 20.000 sites hospedados no mesmo servidor? Suportam as tecnologias que seu site necessita para crescer?

Referências

Como evitar causar ataques de Epilepsia Fotosensitiva

Postado em: 19 de fevereiro de 2008 por Pedro Rogério
Campanha crie Sites Acessíveis

Introdução

Em junho de 2007 foi retirado do site dos Jogos Olímpicos de Londres uma animação em que aparecia seu novo e polêmico logo em movimento e associado com vários faixas de luz muito velozes. A causa é que essa animação causou a denúncia de 22 usuários com Epilepsia Fotosensitiva (no Reino Unido existem 22.000 pessoas que sofrem com esse tipo de Epilepsia) que sofreram convulsões ao visualizar o site, conforme denúncia da Epilepsy Action [1].

Isso para mim é um fato totalmente novo, mas não para o mundo todo, após o famoso caso de 1997 onde cerca de 600 crianças e adolescentes foram hospitalizados no Japão após assistir um episódio de Pokemon com estimulos luminosos intensos.

Já em 1993 a Nintendo estabelecia indicações para que não se incorporassem faixas de luz bruscas, violentas e contínuas em seus jogos, apoś que no ano de 1992 foram registrados casos de ataques fotosensitivos de epilepsia entre seus usuários no Reino Unido.

O que é?

A Epilepsia Fotosensitiva é um problema causado por uma resposta anormal do cérebro as luzes intermitentes (tipo flash), que se deve ao mecanismo no cérebro que controla a reação a informação visual é “defeituosa ou ausente” as pessoas que sofrem desse tipo de epilepsia, segundo o doutor Vittorio Porciatti, do Instituto de Neurofisiología da Universidade de Pisa.

Além de luzes intermitentes e relâmpagos rápidos, em especial se são roxas, os ataques podem ser causados, as vezes, por certas formas e padrões geométricos. A frequência em que a luz pisca e provoca os ataques varia de pessoa para pessoa. Geralmente se dão em frequências que oscilam entre 5 e 30 flashes por segundo (hertz). Ha pessoas que são fotosensitivas a frequências mais altas, mas é comum a epilepsia fotosensitiva entre os 5 Hertz.

Cerca de 0,5% da população mundial é epilética, sendo que deste total, 3% (é dizer que 0,015 % da população total), é fotosensitiva. A Epilepsia Fotosensitiva é mais comum entre crianças do que em adultos, e ataca mais mulheres do que homens.

Também é interessante dizer que os estímulos visuais que desencadeam convulsões em pacientes com Epilepsia Fotosensitiva provocam em outros indivíduos sensações de incômodo visual e percepções anómalas.

Epilepsia fotosensitiva e a WAI

7.1 Não permita ao usuário deixar a tela reluzente, evite também deixar a tela reluzente [Prioridade 1]

Nota: Pessoas com Epilepsia Fotosensitiva poderiam sofrer ataques por uma cintilação que existe entre a gama de 4 a 59 flashes por segundo (hertz), com um pico simples de 20 flashes por segundo, bem como mudanças bruscas do escuro para o claro (como as luzes estrobo).

Portanto, permita ao usuário evitar o conteúdo que possa causar ataques de epilepsia fotosensitiva.

Ferramentas

Existem 2 ferramentas que para avaliar se nossas animações podem provocar um ataque de epilepsia:

Epilepsia a Flashes e Fotosensitividade.
É uma ferramenta on-line disponibilizada em espanhol. Só valida gifs animados (indicando a URL do gif e também indicando a URL da página para que se verifique todos os gifs da mesma).
Para avaliar uma animação em Flash (ou em qualquer outro formato) a partir dessa ferramenta, será necessário exportá-la primeiro para u gif animado.
Photosensitive Epilepsy Analysis Tool (PEAT).
É uma ferramenta local e gratuita desenvolvida pela Trace Center da Universidade de Wisconsin. Permite analisar somente animações em formato .avi, portanto, para verificar outro tipo de formato será necessário primeiro exportá-la para .avi.
Tiny Peat

Referências

Notas

[1] Ver:

DIRETRIZES DE ACESSIBILIDADE PARA AS APLICAÇÕES QUE GERAM CONTEÚDO

Postado em: 12 de fevereiro de 2008 por Pedro Rogério

Um dos guias mais conhecidos referente a acessibilidade são o WCAG, que são aqueles que se referem a acessibilidade do conteúdo Web, mas também existem e tem uma grande importância as ATAG (Authoring Tools Accesibility Guidelines), que são aquelas que se referem as ferramentas de autoria (aplicações), que servem para gerar conteúdo web. Dessa forma as ATAG tratam das seguintes questões:

  • Produção de conteúdo acessível que cumpram os padrões e as pautas de acessibilidade.
  • Formas de comprovar e corrigir conteúdo que não seja acessível.
  • Formas de fazer a ferramenta acessível para pessoas com algum tipo de deficiência.
  • Solicitação de informação ao autor do conteúdo sobre acessibilidade.
  • Integração da acessibilidade a interface do usuário, aos elementos da ajuda e a documentação gerada.

De uma forma mais concreta, as ATAG 1.0 se compõem de 7 pautas e 28 pontos, cada uma dividida em pontos de verificação com sua prioridade associada.

Facilitar a acessibilidade de autoria

Se a marcação é gerada de forma automática, muitos autores não se dão conta da acessiblidade do produto final, ao menos que dediquem seu esforço para efetuar correções a mão.

Mas para um número importante de autores onde a acessibilidade soa como familiar, as ferramentas de autoria são responsáveis por gerar marcação auomática de forma acessível, em consequência, o autor também gera conteúdo acessível.

Gerar marcação Standard

A conformidade com os padrões promove a interoperabilidade e a acessibilidade ao lembrar que xistem browsers especializados para usuários concretos.

Dar suporte a criação de conteúdo acessível

Uma informação bem estruturada e a incorporação de conteúdos acessíveis equivalentes são fundamentais para um desenvolvimento acessível. Por exemplo, a produção de informação equivalente útil para as ferramentas de acessibilidade podem ser um dos aspectos mais complexos o desenvolvimento web e as ferramentas de autoria devem facilitar e automatizar esse processo.

Proporcionar meios para identificar e corrigir conteúdo inacessível

Muitas ferramentas permitem ao usuário criar documentos com um pouco ou nenhum conhecimento sobre desenvolvimento web. Para assegurar-se da acessibilidade nesse sentido, as ferramentas de autoria devem ser desenvolvidas de forma que se possa identificar automaticamente conteúdo inacessível e permitir sua correção incluso os casos onde a marcação não está visível ao autor.

Integrar as soluções de acessibilidade a interface do usuário

Quando se coloca ua nova propriedade a uma ferramenta sem uma integração apropriada, o resultado é uma descontinuidade óbvia. Por isso a criação de conteúdo acessível dentro de uma ferramenta deve ser um processo natural.

Promover a acessibilidade na ajuda e documentação

Os autores podem não estar familiarizados com os problemas de acessibilidade que surgem ao gerar conteúdo web. A ajuda e a documentação devem explicar os problemas habituais de acessibilidade e sua soluções com exemplos ilustrados.

Assegurar que a ferramenta de autoria seja acessível aos usuários com deficiência.

As ferramentas de autoria são aplicações com elementos de interface de usuário standard e como tal devem assegurar as pautas de acessibilidade. Isso afeta toda a funcionalidade da ferramenta: para poder editar um documento, o autor deve ser capaz de localizar e selecionar parágrafos de textos específicos recorrer de forma eficiente ao documento e encontar e marcar rapidamente os pontos de inserção.

Referências

BROWSERS ACESSÍVEIS E GRATUITOS

Postado em: 7 de fevereiro de 2008 por Pedro Rogério
Acessible Browsers

Quando se fala de browsers acessíveis, o primeiro nome que vem a cabeça é Jaws e os leitores de tela (Screen Readers).

Mas existem outros browsers, também acessíveis, para pessoas com múltiplas deficiências, gratuitos e desenvolvidos especialmente para deficientes. Esses browsers possuem a particularidade de trabalharem com símbolos, como podem ver nas screenshots abaixo:

WWAAC Web Browser

WWAAC Web Browser

Ed Web

Ed Web

Multi Web

Multi Web

As descrições sobre cada browser você pode encontrar nas páginas do desenvolvedor.

Referências

LECTURE BROWSER - BUSCADOR DE TEXTO EM VÍDEOS

Postado em: 1 de fevereiro de 2008 por Pedro Rogério
Lecture Browser

Lecture Bowser é um projeto que consegue ir transcrevendo o que está sendo dito em um vídeo, fazendo assim os vídeos acessíveis para pessoas com problemas auditivos. Esse software de reconhecimento de voz está atualmente focado a video-conferências e a vídeos educativos. Seus desenvolvedores são da empresa Spoken Language Systems Group, do laboratório Mit Computer Science and Artificial Intelligence.

Visite o site e veja um exemplo.

Referências

GRÁFICOS ACESSÍVEIS COM GOOGLE CHARTS

Postado em: 30 de janeiro de 2008 por Pedro Rogério

A algum tempo atrás o Google lançou uma API capaz de gerar gráficos passando os parâmetros por uma URL, semelhante a essa:


http://chart.apis.google.com/chart?cht=p3&chd=s:hW&chs=250x100&chl=Hello|World

O gráfico gerado é esse:

Google Charts API

Basta você colocar a URL no atributo src da tag img que o gráfico é gerado dinamicamente. Mas, é totalmente inacessível, pois usuários que navegam com imagens desabilitadas não veriam nenhuma informação sobre o gráfico gerado. Aí é onde entra Chris Heilman membro do grupo de Acessibilidade do Yahoo, que descobriu uma técnica que pode gerar gráficos de torta a partir de uma tabela e permitir que usuários de browsers não convencionais possam ter acesso aos dados do gráfico.

Google Charts

Para que funcione, devemos inserir um código JavaScript no final da página onde conseguimos melhorar de forma rápida a acessibilidade dos gráficos gerados.

Referências

BANNERS EM FLASH E A ACESSIBILIDADE

Postado em: 29 de janeiro de 2008 por Pedro Rogério

Um série de premissas devem ser levadas em conta quando, em uma página “acessível”, você quer utilizar blocos de publicidade (banners) em Flash:

  • Proporcionar um texto alternativo para a animação.
  • Proporcionar um texto alternativo para o Flash, pois usuários que não tem suporte não veriam nada.
  • O texto alternativo deve ser de fácil leitura (contraste de cor, tipografia, tamanho, etc…).
  • Procure testar seu experimento recém criado em algum leitor de tela.

Referências

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