Suporte para WAI-ARIA no Internet Explorer 8

Postado por: Pedro Rogério em

A crescente popularidade do Ajax e do HTML dimâmico fez crescer uma enorme barreira aos usuários com algum tipo de deficiência, especialmente aos usuários que utilizam algum leitor de tela.

Para tentar superar esse problema, dentro da WAI (Iniciativa para a Acessibilidade na Web, do W3C), está sendo desenvolvido já alguns anos a especificação ARIA (Aplicações Internet Ricas e Acessíveis). O W3C define ARIA como uma sintaxe para fazer acessível os conteúdos web dinâmicos e os controles de interface do usuário criado pelos desenvolvedores. A solução tem sido a criação de versões simplificadas estáticas para os usuários com leitor de tela. Com ARIA, o desenvolvedor pode ligar as ajudas técnicas a funcionalidade (rol), estado e propriedades de seus elementos HTML. Por exemplo, se pode manipular uma DIV a partir de algum script e transmitir as ajudas técnicas que funcionam como um botão.

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AxsJax – Ajax Acessível

Postado por: Pedro Rogério em
AxsJax

AxsJax é o novo companheiro dos desenvolvedores no mundo do Ajax. Se trata de um Framework que permite adicionar acessibilidade aos projetos web que fazem o uso de Ajax. Assim, usuários que fazem o uso de tecnologias assistivas ou similares podem desfrutar de todas as características das aplicações.

Exemplos de aplicações que fazem o uso de AxsJax: Google Web Search, Google Reader, Google Scholar e o jogo Jawbreaker. Detalhes sobre o uso e implementação, você pode encontrar em seu showcase.

Referências

HEADMOUSE – Navegação através de gestos da face

Postado por: Pedro Rogério em

HeadMouse

HeadMouse é um projeto da Universidade de Lleida que consiste em um software que permite realizar as funções do mouse através de movimentos da face, olhos e boca. O único hardware necessário para isso é uma webcam que permita uma boa resolução.

O software do HeadMouse vai detectando através da webcam os movimentos da face, que guiam o ponteiro do mouse. Os clicks são substituídos pelos movimentos da boca. Abaixo você pode ver um exemplo do software em uso:

Vídeo (Objeto multimídia)

Referências

Design é só a ponta do Iceberg

Postado por: Pedro Rogério em
O Iceberg da experiência do usuário

O que faz um site obter sucesso? O que faz também ele não obter sucesso? Essas são as perguntas que todos gostariam de obter respostas. A beleza é uma delas, mas não é essencial, depende também de vários outros fatores como:

1. Idéia/Objetivo

Esta é a cruz de que falamos, isso quando falamos. Você não ouvirá muito a palavra “objetivo”: Por que você tem um site? Qual o propósito? Como você irá medir o êxito?

2. Desenho

Aqui é onde falamos de coisas como a seleção das cores, alienação, interesses visuais e metáforas que façam algum sentido.

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Como evitar causar ataques de Epilepsia Fotosensitiva

Postado por: Pedro Rogério em
Campanha crie Sites Acessíveis

Introdução

Em junho de 2007 foi retirado do site dos Jogos Olímpicos de Londres uma animação em que aparecia seu novo e polêmico logo em movimento e associado com vários faixas de luz muito velozes. A causa é que essa animação causou a denúncia de 22 usuários com Epilepsia Fotosensitiva (no Reino Unido existem 22.000 pessoas que sofrem com esse tipo de Epilepsia) que sofreram convulsões ao visualizar o site, conforme denúncia da Epilepsy Action [1].

Isso para mim é um fato totalmente novo, mas não para o mundo todo, após o famoso caso de 1997 onde cerca de 600 crianças e adolescentes foram hospitalizados no Japão após assistir um episódio de Pokemon com estimulos luminosos intensos.

Já em 1993 a Nintendo estabelecia indicações para que não se incorporassem faixas de luz bruscas, violentas e contínuas em seus jogos, apoś que no ano de 1992 foram registrados casos de ataques fotosensitivos de epilepsia entre seus usuários no Reino Unido.

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Diretrizes de Acessibilidade para as aplicações que geram conteúdo

Postado por: Pedro Rogério em

Um dos guias mais conhecidos referente a acessibilidade são o WCAG, que são aqueles que se referem a acessibilidade do conteúdo Web, mas também existem e tem uma grande importância as ATAG (Authoring Tools Accesibility Guidelines), que são aquelas que se referem as ferramentas de autoria (aplicações), que servem para gerar conteúdo web. Dessa forma as ATAG tratam das seguintes questões:

  • Produção de conteúdo acessível que cumpram os padrões e as pautas de acessibilidade.
  • Formas de comprovar e corrigir conteúdo que não seja acessível.
  • Formas de fazer a ferramenta acessível para pessoas com algum tipo de deficiência.
  • Solicitação de informação ao autor do conteúdo sobre acessibilidade.
  • Integração da acessibilidade a interface do usuário, aos elementos da ajuda e a documentação gerada.

De uma forma mais concreta, as ATAG 1.0 se compõem de 7 pautas e 28 pontos, cada uma dividida em pontos de verificação com sua prioridade associada.

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