Companion.js – O Firebug do Internet Explorer

Postado por: Pedro Rogério em

Companion.JS é uma daquelas maravilhas que todo desenvolvedor web deseja para melhorar a sua vida ou não. Se no Firefox utilizamos o Firebug, Companion.JS vem a ser uma versão limitada só que para Internet Explorer.

Introdução

Características

  • Alerta de erros JavaScript detalhados.
  • API para console similar a do Firebug.
  • Console JavaScript para inspecionar elementos em tempo real.
  • Ícone na barra para lançar o painel.

Requerimentos

  • Microsoft Script Debugger
  • Companion.JS

Instalação

Faça o download do Microsoft Script Debugger e Companion.JS.

Nos asseguramos das seguintes opções:

Opções do Plugin
  • Disable script debugging (Internet Explorer)
  • Disable script debugging (Others)

Estejam ativas em Ferramentas > Opções da Internet > Avançado.

Executar

Funcionamento

Referências

Central Server

5 CONSELHOS PARA CRIAR CÓDIGO COMPATÍVEL COM PHP6

Postado por: Pedro Rogério em

Para algumas pessoas, esses podem parecer conselhos óbvios, mas não são todos que programam em PHP, portanto, se quer criar código compatível com PHP6, siga essas recomendações:

  • Não use register_globals: Independente da versão, você não deve utilizá-lo, e no PHP6, seu uso também não será possível.
  • Não use magic_quotes: Igualmente ao ponto anterior, em PHP6 essa opção desaparecerá.
  • Não usar variáveis predefinidas longas: Se você usa $HTTP_POST_VARS ou $HTTP_GET_VAR deverá alterar para suas respectivas: $_SERVER, $_COOKIE, $_GET, $_POST, $_FILES…
  • Use preg no lugar de ereg: Quando utilizar expressões regulares, devemos usar a função preg (copatível com Perl).
  • Não iniciar variáveis com o operador referência: Quando fazer algo do tipo $a = & new object(); evite o operador de referência pois ele irá gerar um erro E_STRICT, utilize: $a = new object();

Referências

Panel Gallery – Galeria de imagens

Postado por: Pedro Rogério em
Panel Gallery

Panel Gallery é uma opção interessante de se mostrar nossas imagens. Ele nos permite montar uma galeria de imagens mediante painéis estilo miniaturas, onde, ao invés de você dar um clique para ver a imagem em tamanho maior, você vai navegando com o mouse por diversos pontos da imagem para vê-la. Se a explicação ficou meio confusa, dêem uma olhada no exemplo.

Exemplo de uso:

Dentro da tag <head> colocamos o seguinte script:


<script type="text/javascript">

var xm = 0;
var ym = 0;

document.onmousemove = function(e){
	if (window.event) e=window.event;
	xm = e.clientX;
	ym = e.clientY;
}

var panel = {
	speed : .006,
	t : 0,
	O : [],
	over : false,

	run : function() {
		panel.t += panel.speed;
		for (var i = 0, o; o = panel.O[i]; i++)
			o.anim(i + panel.t);
	},

	init : function(){
		for (var i = 0, o; o = document.images[i]; i++){
			if (o.className.indexOf('panel') >= 0) {
				if(o.parentNode.href != undefined) {
					var div = document.createElement("a");
					div.href = o.parentNode.href;
				} else {
					var div = document.createElement("div");
				}
				div.className = 'panel';
				var img = document.createElement("img");
				img.src = o.src;
				img.className = 'imgPanel';
				o.parentNode.replaceChild(div,o);
				div.appendChild(img);
				div.ims = img.style;
				div.iw = img.width;
				div.ih = img.height;
				div.cx = -div.iw / 2;
				div.cy = -div.ih / 2;
				div.anim = function(t) {
					nw = this.offsetWidth;
					nh = this.offsetHeight;
					if (panel.over == this){
						for (var nx = 0, ny = 0, o = this; o != null; o = o.offsetParent) nx += o.offsetLeft, ny += o.offsetTop;
						var x = Math.max(-this.iw + nw, Math.min(0, (-(xm - nx) * (this.iw - nw)) / nw));
						var y = Math.max(-this.ih + nh, Math.min(0, (-(ym - ny) * (this.ih - nh)) / nh));
						if (Math.abs(xm-nx-nw * .5) > nw || Math.abs(ym-ny-nh * .5) > nw ) panel.over = false;
					} else {
						var mx = (this.iw - nw) * .5;
						var my = (this.ih - nh) * .5;
						var x = -mx * (1 + Math.cos(t * 1.2));
						var y = -my * (1 + Math.sin(t));
					}
					this.cx += (x - this.cx) * .1;
					this.cy += (y - this.cy) * .1;
					this.ims.left = Math.round(this.cx) + 'px';
					this.ims.top  = Math.round(this.cy) + 'px';
				}

				div.onmouseover = function()
				{
					panel.over = this;
				}
				this.O.push(div);
			}
		}
		setInterval(panel.run, 32);
	}
}

onload = function ()
{
	panel.init();
}

</script>

Aplicamos o CSS:


<style type="text/css">
	#screen {
		position: absolute;
		left: 22%;
		top: 20%;
		width: 60%;
		height: 60%;
		background: #fff;
		overflow: hidden;
	}
	.panel {
		position: relative;
		float: left;
		width: 21%;
		height: 30%;
		margin: 1%;
		overflow: hidden;
	}
	.imgPanel {
		position: absolute;
		border: none;
		text-decoration: none;
	}
</style>

E para finalizar, um simples HTML:


<div id="screen">
	<img class="panel" src="images/fl01.jpg" alt="">
	<img class="panel" src="images/slide110.jpg" alt="">
	<img class="panel" src="images/fl01.jpg" alt="">
	<img class="panel" src="images/fl01.jpg" alt="">
</div>

Download dos arquivos de exemplo.

Referências

Qual browser atualmente é mais compatível com JavaScript?

Postado por: Pedro Rogério em

Recentemente o autor do site Coding Horror realizou um teste para saber que browser da atualidade é mais compatível com JavaScript. Os browsers testados foram: Opera 9.5, Firefox 2, Safari 3.0.4 e Internet Explorer 7. Foram medidas as compatibilidades com a carga de códigos JavaScript utilizando um Benchmark SunSpider, e os resultados foram os seguintes:

Resultados Totais do teste de JavaScript
Gráfico detalhado de suporte a javaScript nos browsers atuais

Opera e Safari demonstram ser os mais capazes e rápidos para renderizar código JavaScript, logo atrás, Firefox e Internet Explorer. Vamos ver após o lançamento do Internet Explorer 8 se esse quadro irá mudar.

90% do posicionamento em search engines pode depender de 4 fatores

Postado por: Pedro Rogério em

Randfish do site SEOmoz considera que somente 4 fatores explicam 90% da equação para calcular o posicionamento em ferramentas de busca. Os fatores a que ele faz referência, de forma resumida, são os seguintes:

  • Uso de palavras chave (Keywords) e conteúdo relevante: Esse ponto é o mais interessante do artigo, pois ele detalha técnicas concretas de como melhorar esse aspecto. Faz também referência a sua escassa confiança sob o conceito “densidade de palavras chave”.
  • Links para páginas – Quantidade e Qualidade: Se uma página recebe muitos links de outros sites, quer dizer que ela é muito importante, e se essa linka a outra, ela também deve ser.
  • Importância do domínio: É determinado por muitos fatores, mas um, em especial, é o tempo de existência do mesmo.
  • Textos dos links – Internos e Externos: Todos os textos dos links devem possuir palavras chave.

Referências

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