Lecture Browser – Buscador de texto em vídeos

Postado por: Pedro Rogério em
Lecture Browser

Lecture Bowser é um projeto que consegue ir transcrevendo o que está sendo dito em um vídeo, fazendo assim os vídeos acessíveis para pessoas com problemas auditivos. Esse software de reconhecimento de voz está atualmente focado a video-conferências e a vídeos educativos. Seus desenvolvedores são da empresa Spoken Language Systems Group, do laboratório Mit Computer Science and Artificial Intelligence.

Visite o site e veja um exemplo.

Referências

Gráficos acessíveis com Google Charts

Postado por: Pedro Rogério em

A algum tempo atrás o Google lançou uma API capaz de gerar gráficos passando os parâmetros por uma URL, semelhante a essa:



http://chart.apis.google.com/chart?cht=p3&chd=s:hW&chs=250x100&chl=Hello|World

O gráfico gerado é esse:

Google Charts API

Basta você colocar a URL no atributo src da tag img que o gráfico é gerado dinamicamente. Mas, é totalmente inacessível, pois usuários que navegam com imagens desabilitadas não veriam nenhuma informação sobre o gráfico gerado. Aí é onde entra Chris Heilman membro do grupo de Acessibilidade do Yahoo, que descobriu uma técnica que pode gerar gráficos de torta a partir de uma tabela e permitir que usuários de browsers não convencionais possam ter acesso aos dados do gráfico.

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Banners em Flash e a Acessibilidade

Postado por: Pedro Rogério em

Um série de premissas devem ser levadas em conta quando, em uma página “acessível”, você quer utilizar blocos de publicidade (banners) em Flash:

  • Proporcionar um texto alternativo para a animação.
  • Proporcionar um texto alternativo para o Flash, pois usuários que não tem suporte não veriam nada.
  • O texto alternativo deve ser de fácil leitura (contraste de cor, tipografia, tamanho, etc…).
  • Procure testar seu experimento recém criado em algum leitor de tela.

Referências

Estatísticas sobre o uso do atributo “longdesc”

Postado por: Pedro Rogério em

O atributo “longdesc” especifica um link com uma descrição longa sobre a imagem em que a tag foi colocada. Seu uso é complementar ao da tag alt sendo a única diferença onde você pode especificar informações mais detalhadas. Se associada a um mapa de imagem, essa deve passar uma descrição referente ao conteúdo do mapa.

Um estudo feito em Agosto de 2007 por Ian Hickson, onde foram analisadas cerca de 1 bilhão de imagens indexadas pelo Google, mostrou que cerca de 1.3 milhões (0,13%) dessas imagens fazem o uso do aributo longdesc. Isso pode ser compreensível, pois nem todas as imagens requerem o uso de longdesc.

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Inserir vídeos do Youtube em XHTML válido

Postado por: Pedro Rogério em

O código para inserir vídeos do Youtube em sites que respeitam os WebStandards é uma dor de cabeça para desenvolvedores e para bloggers, pois o Youtube proporciona um código para você copiar e colar em nosso blog para reproduzir os vídeos de uma forma rápida e simples, mas o código não é correto como deveria:


<object width="425" height="373">
<param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/O0G7iKj6PS0&rel=1&border=1"></param>
<param name="wmode" value="transparent"></param>
<embed src="http://www.youtube.com/v/O0G7iKj6PS0&rel=1&border=1" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="373"></embed>
</object>

Se você for validar o código, verá os seguintes problemas:

  • Se utiliza a tag object corretamente, mas ocorre a falta de alguns parâmetros como data e type.
  • As tags param em XHTML devem ser fechadas com a sua mesma tag de abertura.
  • O uso da tag não standard embed podem produzir incompatibilidades em browsers que não a utilizam, como, dispositivos móveis e leitores de tela.
  • Não se proporciona um método alternativo caso o dispositivo não tenha suporte a Flash.

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Como o Opera ajuda na Acessibilidade

Postado por: Pedro Rogério em

O Opera era um dos meus browsers favoritos quando eu utilizava Windows, mas depois acabei migrando para o Linux e estou utilizando mais o Firefox do que ele agora. O Opera, além de ter um grande suporte a CSS, também auxilia os usuários com algum tipo de descapacidade, que podemos citar algumas:

Pessoas com deficiências físicas

  • As pessoas que não podem utilizar o mouse, podem usar navegação por tabulação, navegação seguindo os títulos, os vários atalhos de teclado que auxiliam a acelerar a navegação. Também suporta as teclas de atalho das páginas que acessamos, permitindo eliminar temporariamente os atalhos do Opera para não evitar problemas de conflito entre eles.
  • Para pessoas que podem fazer o uso do mouse, é incluso a possibilidade de se fazer uso de gestos do mouse, onde dos quais se podem realizar operações frequentes com pequenos movimentos do mouse.

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Jacob Nielsen nos oferece seu conhecimento gratuitamente

Postado por: Pedro Rogério em
Beyond Alt Text

Jakob Nielsen e sua companhia Nielsen Norman Group, publicaram gratuitamente um guia de acessibilidade chamado: Beyond ALT Text:Making the Web Easy to Use for Users With Disabilities.

Ou seja: Além do texto alternativo: Fazendo a web fácil para usuários com descapacidades. Um Guia de desenvolvimento para Web Sites e Intranets baseados em estudos de Usabilidade de pessoas utilizando alguma tecnologia assistiva. Esse documento foi publicado inicialmente em outubro de 2001 e contém, entre outras coisas:

  • Os resultados dos testes de usabilidade referente a 19 sites com usuários descapacitados e que usam diversos tipos de tecnologias assistivas.
  • Dados coletados nos Estados Unidos principalmente.
  • 75 guias detalhados de desenho.

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Referências

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